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Biohazard: A boa música sobreviverá

O Biohazard segue com a turnê comemorativa de 20 anos que traz a formação original do grupo: Evan Seinfeld, Billy Graziadei, Danny Schuller e Bobby Hambel. A banda tem shows marcados em São Paulo (10/07) e Araraquara (11/07) e Porto Alegre (12/07).

Prestes a desembarcar em nosso país, o baterista Danny Schuler respondeu algumas perguntas ao Território da Música. Danny conta sobre o novo álbum com a formação original, fala sobre a atual cena hardcore norte-americana - que para ele não é hardcore - e garante que apesar de tantas mudanças na indústria musical, a boa música sobreviverá.

Você pode nos falar sobre a expectativa para a turnê na América do Sul, especialmente sobre as apresentações no Brasil?

Danny Schuler:
Estamos animadíssimos! Amamos a América do Sul, especialmente o Brasil.

Como está a turnê de aniversário do Biohazard? Vocês já fizeram mais de 100 shows com ela, é como antigamente?

DS:
Tem sido ótima a turnê. Muita diversão e muito trabalho para reaprender como fazer isso. Eu me sinto muito sortudo por poder fazer isso que estamos fazendo. E sou muito grato por ter fãs que ainda gostam de nós.

Vocês estão gravando, não é? Como está o processo de composição e gravação? É melhor gravar em Los Angeles ou Nova York?

DS:
As composições estão quase prontas, temos cerca de 10 canções até agora. O processo está lento, mas é porque esperamos muito uns dos outros. Não vamos lançar um novo álbum até que as composições estejam perfeitas. Quanto ao local, eu prefiro NY, mas como os outros três integrantes vivem em Los Angeles... No fundo não me importo muito.

Qual o tema ou assunto principal abordado no novo álbum? Há um tópico principal ou são vários temas usados para compor as letras? E o título, já escolheram?

DS:
Ainda não tem um título. As novas canções são sobre que são reais nas nossas vidas, não tem essa de fantasia conosco. Nós tentamos manter tudo num clima positivo. É disso que o mundo precisa atualmente.

O novo álbum trará a participação de Bobby Hambel, integrante da formação original da banda. Como é criar novo material com a formação original?

DS:
Tem sido ótimo trabalhar com o Bobby Hambel n o estúdio novamente. Fizemos alguns álbuns sem ele, mas tê-lo de volta provocou um enorme impacto na nossa música. Há algo muito especial em estarmos os quatro tocando juntos. Quando você tira um, tudo muda. Somos como uma família.

O que você pensa sobre a atual cena hardcore norte-americana, especialmente no Brooklyn? Qual a diferença para uma banda que começa agora nessa cena comparando com o que vocês fizeram no início dos anos 90?

DS:
O hardcore norte-americano não soa mais como hardcore para mim. Eu sou fã do hardcore 'old school'. O que uma banda precisa é ser real e trabalhar muito. E o sucesso virá.

O que você pode dizer sobre a indústria musical nos dias de hoje? É como uma desilusão? Você sente falta de fazer parte de uma estrutura de marketing de uma grande gravadora?

DS:
Para mim é como um novo começo. A internet mudou tudo. Eu acho ótimo desde que ninguém roube a música. Era tempo de tudo mudar na indústria musical. Muito trabalho foi perdido, é verdade, mas ok. A boa música sobreviverá.
fonte: rock online

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