A começar pela faixa de abertura The End of Darknes, que mostra um Peavey cada vez mais confiante em seu baixo e leves toques de um som mais voltado ao progressivo. Hunter And Pray e Purified mostram riffs quase Thrash, enquanto a Into The Light relembra os trabalhos antigos mais melódicos da banda. A extremamente pesada e com um toque bluseiro Saviour of The Dead se mostra como a melhor composição do disco. E mais uma vez o Erudito se junta ao Heavy Metal pelas mãos do Rage na Empty Hollow, uma composição em cinco partes com a participação da Lingua Mortis Orchestra - parceira de vários trabalhos ao lado do Rage; sempre arranjada pelo Smolski, aqui percebemos claras influências de compositores russos de sua terra natal nos arranjos orquestrais, como Rimsky-Korsakov. Apesar se ter sido mais econômico nas partes orquestrais do que em trabalhos anteriores, se tornou perfeita a composição.
O Rage solta mais um trabalho bom, sempre se mantendo atualizado, principalmente em tecnologia nas gravações, porém talvez alguns anos de descanso faria bem a banda, pois ela se revonaria e com certeza voltaria com um trabalho mais forte que os últimos lançados.
fonte: alquimia rock club

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