Vídeo do Dia

MARDUK - Souls For Belial (OFFICIAL VIDEO)

Creedence Clearwater Revisited se apresenta no Brasil em novembro

Os dois integrantes originais remanescentes do lendário grupo Creedence Clearwater Revival, Stu Cook e Doug Clifford, iniciaram o projeto Creedence Clearwater Revisited em 1995, com o objetivo de retomar os grandes clássicos da banda.

A dupla tinha a intenção de fazer pequenos shows, mas o projeto acabou tomando outra direção e agora o Creedence Clearwater Revisited se apresenta cerca de 100 vezes por ano. Em novembro de 2010 a banda passa pelo Brasil.

O grupo, que conta com Steve Gunner (teclado, violão, gaita e percussão), Tal Morris (guitarra) e John Tristao (voz e guitarra), além de Stu Cook (baixo), Doug Clifford (bateria), tem cinco datas agendadas no país começando a turnê em Curitiba, no dia 13 de novembro. Depois a banda se apresenta em Florianópolis, São Luís, São Paulo e Brasília.

Os ingressos para os shows em São Paulo, Curitiba e Florianópolis já estão à venda. Outras datas e locais podem ser adicionados à turnê.

13/11/2010 - Curitiba/PR
Curitiba Master Hall - Rua Itajubá, 143
Horário: 20h00
Ingressos: de R$ 35,00 a R$ 420,00
Vendas online: www.diskingressos.com.br
Classificação etária: 16 anos. 14 e 15 acompanhados dos pais ou responsável.
Informações: 41 3315-0808

14/11/2010 - Forianópolis/SC
Floripa Music Hall - Rua Henrique Valgas, 113
Ingressos: R$ 180,00 (Pista), R$ 200,00 (VIP)
Informações: 48 3222-8416 / www.floripamusichall.com.br

19/11/2010 - São Luís/MA
Parking Shopping Rio Anil
Informações em breve

20/11/2010 - São Paulo/SP
Via Funchal - Rua Funchal, 65
Horário: 22h00
Ingressos: R$ 300,00 (Pista Premium, em pé), R$ 200,00 (Pista), 250,00 (Mezanino), 300,00 (Camarote)
Pontos de venda: Newness (Livros e Revistas) - Av. Yojiro Takaoka, 4528 (Lj. 02, La Ville Mall, Alphaville)
Classificação etária: 12 anos
Informações: 11 2144-5444 / www.viafunchal.com.br

21/11/2010 - Brasília/DF
Estadio Nilson Nelson
fonte: rock online

Perversa Sinfonia de Guerra Festival


fonte: metalextremo

Multishow transmite SWU Music and Arts Festival

Dia 9
Rage Against The Machine (exibição na íntegra)

Dia 10
Joss Stone (os 30 minutos finais)
Dave Matthews Band (exibição na íntegra)
Kings Of Leon (os 45 minutos iniciais).

Dia 11
Queens Of The Stone Age (exibição na íntegra)
Pixies (exibição na íntegra)
Linkin Park (exibição na íntegra)

fonte: universo do rock

The Who trabalhando em novo álbum

O guitarrista Pete Townshend, da vetenara banda The Who, está trabalhando em um novo álbum de estúdio. A informação foi divulgada pelo vocalista Roger Daltrey em entrevista publicada no site oficial do The Who.

“Pete está compondo. Nunca se sabe quando isso pode acontecer. Então, entre agora e nossa próxima turnê, pode haver um novo álbum”, comentou o vocalista. O The Who prepara a volta aos palcos para 2011. Esta deve conter material material menos popular da banda, ao invés de apenas apresentarem os sucessos, segundo Daltrey.

“Temos pensado sobre isso [a turnê só com sucessos]. Mas o que é um show de sucessos? Todos os ‘hits’ e nada mais? E as obscuras? Isso me entediaria. Se fizessemos uma turnê só com sucessos todos diriam “isso enche o saco, nos dê algo a mais”. Nunca podemos agradar a todos.

Daltrey comentou ainda que gostria de fazer shows diferenciados na próxima turnê. “Gostaria de estar na estrada tocando diferentes shows o quanto pudessemos. Talvez fazer o ‘Quadrophenia’ em uma noite, só sucessos na noite seguinte. Isso é o que gostaria de fazer. E ‘Tommy’, se eu ainda conseguir cantar ‘Tommy’”.
fonte: rock online

Total Guitar: enquete com os melhores riffs do século 21

O riff de guitarra de "Plug In Baby", do MUSE, foi nomeado o melhor riff de guitarra do século 21.

A faixa, lançada em 2001, foi uma das duas músicas da banda incluídas no top-10 de uma votação feita pela revista Total Guitar.

"Slither", do Velvet Revolver, ficou em segundo lugar, enquanto "Afterlife", do AVENGED SEVENFOLD, ficou em terceiro.

O top-5 foi completado pelo Dream Theater  com a música "The Dark Eternal Night" e outra do MUSE, "Knights of Cydonia".

O editor da Total Guitar, Stephen Lawson disse: "Eu acho que o Muse ganhou porque Matt Bellamy é um guitar hero do século 21. Ele é realmente inovador, um tipo real e criativo, que surge com partes originais da guitarra. Tenho certeza de que isso contribui para que seus riffs sejam cativantes também".

O top-50 também incluiu músicas do GREEN DAY, KASABIAN, ELBOW, Metallica e BIFFY CLYRO. Veja o top-10 abaixo:

Melhor Riff de guitarra do século 21 - Top-10:

1. Muse - "Plug In Baby"
2. Velvet Revolver - "Slither"
3. Avenged Sevenfold - "Afterlife"
4. Dream Theater - "The Dark Eternal Night"
5. Muse - "Knights of Cydonia"
6. Queens of the Stone Age - "No One Knows"
7. White Stripes - "Seven Nation Army"
8. Machine Head - "Halo"
9. The Killers - "Mr Brightside"
10. Avenged Sevenfold - "Beast And The Harlot"
fonte: whiplash

Vamos falar de música - Diablo Swing Orchestra

Diablo Swing Orchestra (Ou D:S:O para os íntimos) é uma banda de Avant-Garde Metal que toca trocentos estilos de música, como: música erudita, heavy metal, jazz, blues e até trolololo.

Reza a lenda que uma orquestra em 1501 com um desempenho inigualável acumulava admiradores em toda a Suécia, mas aí a Igreja Católica descobriu que eles tocavam a nota Si bemol (que na época, era proibida, pois acreditavam que tinha alguma ligação com o diabo), então, foram constantemente perseguidos e passaram o resto de suas vidas tocando clandestinamente, até que foram capturados e condenados à forca.

Depois de todos devidamente enforcados, uma suposta carta foi deixada para seus descendentes, incentivando-os a reunirem a orquestra. lógicamente é tudo uma jogada de marketing.
Mas o fato é que a banda faz música da melhor qualidade, sem dúvida, um estilo apaixonante, que não enjoa, não dá pra saber se o estilo Avant-Garde Metal é uma ramificação do metal ou se é um estilo completamente diferente, que só leva o metal no nome, um som que ninguém consegue entender, mas quem ouve gosta, sem dúvidas, uma das bandas mais apaixonantes e inovadoras que eu já tive o prazer de ouvir, sério cara, é muito bom.

Agora, repara só no estilo dos caras (e da mulher, lógico), você pode observar ou não, se for cego que eles não usam aquele estilo metal de ser (cabelos grandes, roupa preta...), ou seja, eles deixaram o metal na música mesmo, junto com o jazz, folk, blues, forró e a música erudita. E é isso que a banda tem de inovadora, o dom de misturar o melhor de vários estilos e criar algo novo, algo misterioso, apaixonante, te faz ouvir por varias horas e você não consegue enjoar, afinal, eles tocam um pouco de tudo, um pouco do que é realmente bom, e sem precisar de calças coloridas pra fazer sucesso.


A banda atualmente conta com: Daniel Håkansson - Guitarra, vocais
Ann-Louice Lögdlund - Vocais
Pontus Mantefors - Guitarra, teclados
Andy Johansson - Baixo
Johannes Bergion - Cello
Petter Karlsson - Bateria

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Um vídeo da banda:


Os melhores lives do rock !

Bom dia galera !!!
Criei um Top 5 de bandas que ao vivo são iguais ao albúm de estúdio ( ou até melhores rsrsrs )
Segue a lista :

5 ª Posição : Nirvana - About a Girl




4 ª Posição : Kiss - Rock n' Roll All Night (1977)



3ª Posição : Iron Maiden - The Prisioner (1982)



2ª Posição : Metallica - Mater Of Puppets



1ª Posição : Godsmack - Serenity




Bom galera é isso !!! Minha lista Top5 de performances ao vivo !!!
Grande abraço !
Fonte: youtube.com

Dave Mustaine: Megadeth, Metallica e sua biografia

Artigo original publicado por Mark Eglinton no site The Quietus.

Apesar da insalubre quantidade de calúnias durante os anos - algumas delas justificadas, outras nem tanto - Dave Mustaine é, em termos de heavy metal, ainda um dos maiores sucessos de bilheteria. Há pouca dúvida de que suas emoções sempre estiveram à flor da pele e, quando você considera suas bem-documentadas batalhas contra as drogas e o álcool durante os anos, não é de se surpreender que algumas de suas entrevistas tenham sido tão controversas. Entretanto, os últimos anos foram um pouco mais gentis com o 'Megadave', e com uma nova e altamente proclamada devoção ao Cristianismo e álbuns recentes que sugerem uma criatividade renovada, a sua autobiografia intitulada simplesmente "Mustaine: A Life In Metal" não poderia ter sido escrita em hora melhor.

Se qualquer bagunça precisasse ser limpa, os recentes shows do Big Four na Europa, que finalmente o colocou no mesmo palco que o Metallica, indicaram que 2010 representa o fim de um capítulo e o amanhecer depois de um dos períodos mais negros de sua vida. Mustaine está com quase 50 e enquanto ele sempre será uma das vozes mais inteligentes e dolorosamente honestas na cena metal atual, ele ainda mantém a habilidade de dividir a opinião dos fãs com o que sai de sua boca às vezes - e há quem suspeite que este será sempre o caso. Sua autobiografia é honesta, com certeza - e não sem aquela acidez característica - mas há também uma maturidade considerável em suas palavras agora, o que sugere que Dave Mustaine está mais feliz em viver e deixar rolar do que sempre esteve.

A Life In Metal já foi lançado há algumas semanas. Quanto tempo durou o período de gestação deste projeto?

Dave Mustaine: Bem, originalmente o livro seria totalmente diferente. Seria sobre as músicas, com o foco em o que cada uma delas significa e as entrelinhas em todas estas músicas e também a quem elas foram direcionadas.

Então o que aconteceu?

DM: Eu mandei o livro terminado para a Sanctuary e então aquela empresa fechou. Eles apenas me disseram: "Estamos fechando a editora, aqui está o seu livro de volta." Eu apenas disse "Oh, ok," e eu achei que foi bem legal eles terem me pago pelo livro e não terem pedido o dinheiro de volta. Apenas tomamos nossos rumos e eu fiquei com o livro. Eu pensei, "Bem, lá se foi meu jornalismo!" [risos]

Mas você não desistiu disto?

DM: Não, não desisti, mas quando eu arrumei um novo manager, eu falei com ele sobre tudo que eu tinha sonhado em relação ao livro. Porque nossa companhia de gerência é uma das maiores do mundo, isto nos deu tanta influência aqui nos EUA e para lá, e por causa disto que nós fomos direto a Harper Collins e assinamos um contrato para o livro - a Mercedes Benz das editoras. Todo este pessoal tanto nos escritórios dos EUA quanto no Reino Unido foram tão fáceis de lidar, e como resultado, o processo todo não foi nada senão diversão para mim. Desde o momento em que me apresentei ao meu co-autor, até o livro ser lançado, foi provavelmente em torno de um ano.

O quanto de envolvimento na escrita física você teve de fato? Você está me dizendo que você sentou na frente do teclado e escreveu?

DM: Nós conversamos diariamente durante uns seis meses; tínhamos uma conversa toda manhã. Eu tomava meu café da manhã e ele as suas chamadas de telefone da manhã. Algumas destas ligações, entretanto, eram bem mortas e eu nem me lembro de algumas delas. Naqueles dias eu ficava trabalhando até tarde e então me levantar às seis da manhã para conversar no telefone foi muito difícil para mim. Nós conversávamos, conversávamos e conversávamos e isto é tudo um crédito pelo grande escritor que Joe é. Na verdade, ele atualmente está escrevendo a biografia de Ace Frehley.

O quanto de poder direcional Joe Layden teve?

DM: O legal foi que às vezes quando estávamos escrevendo o livro, houve algumas histórias que eu lhe contei que o fizeram dizer, "Cara, tem certeza que quer colocar isto aqui?" Às vezes eu dizia "Sabe, talvez não," e a razão é que isto iria apenas machucar alguem. Há coisas que acontecem no decorrer de nossas vidas que são engraçadas, mas no fim de toda piada há a parte engraçada, e esta parte engraçada geralmente é alguém. Nós apenas olhamos para isto e decidimos nos focar nos fatos. Queríamos manter o elemento rock & roll - mantê-lo sexy, engraçado e feliz. Eu olho para todas as coisas ruins que eu fiz na minha vida de um ponto de vista de solução, ao invés do jeito "Foda-se, eu não consigo consertar isto". Uma vez alguém disse - e deve ter sido H.G Wells - que ou você é parte do problema, ou você é parte da solução, e é assim que eu tento viver minha vida.

O quão catártico foi o precesso de escrever o livro?

DM: Muito. Foi com certeza importante para mim no meu papel de figura representativa do gênero heavy metal. Como você sabe, em 1992 eu cobri a Democratic National Convention no Madison Square Garden para a MTV. Claro que eu apareci lá com cabelo longo, uma camisa de flanela e eles não sabiam o que pensar. Eu fui não oficialmente eleito representante da juventude excluída da América e eu estava lá fazendo perguntas perfeitas e fiz um discurso eloquente. Claro que eu beijei o castelo de Blarney primeiro, então a sorte estava do meu lado! [Risos] Então, poder lançar este livro fez as pessoas pensarem: "Wow, este cara pode realmente formar uma sentença sem dizer 'fuck'."

Dado que você foi sempre muito sincero na imprensa durante os anos, foi supreendente ver o quão contido você foi em lidar com os problemas com o Metallica no livro - poucas cutucadas são dadas na verdade...

DM: Eu não acho que haja um motivo para cutucadas, ponto. Digo, se você tem um oponente, entre no ringue - não fique jogando porcarias um em cima do outro. Se você tem algo a dizer, apenas diga. Se são palavras de combate, então vamos lá. Eu tenho quase 50 agora e quando você chega na minha idade, você não luta mais. Quando eu obtive minha primeira faixa preta, eu estava falando com meu mestre e ele era metade Mexicano e metade Nativo Americano. Eu falei com ele e tive uma grande ideia do que acontece quando os caciques Nativo Americanos ficam muito velhos para competir; eles entram em estado de guerra mentalmente. Eu adorei tanto este cara que quando eu fiz meu projeto paralelo MD45, havia uma música neste disco chamada "The Creed", que era sobre pessoas que conheciam artes marciais e o credo dos guerreiros em geral.

Digo, só porque você conhece uma arte marcial, não significa que você sabe como lutar, e há vários caras com títulos em artes marciais que não durariam dez segundos em uma briga de rua. É a esta mentalidade de guerreiro que eu estava me referindo.

Você temeu algum retorno judicial de alguma forma, quando estava lidando com alguns dos aspectos mais controversos da sua história?

DM: Bem, não, porque eu já tinha confessado qual foi minha parte em todo o rolo com o Metallica - tanto as coisas que deram certo, quanto as coisas que deram errado. Somos amigos agora e meu objetivo não era contar a história para que as pessoas gostassem de mim, era apenas contar a história direito. Eu apenas queria dizer "Ei, eu fiz isso e eu não fiz isto, também" - se é que faz sentido.

Com certeza faz. A reunião do Big Four foi significante, ou mais significante, do que escrever seu livro?

DM: O livro poderia ter passado despercebido, e nada poderia garantir que haveria algum progresso na reabilitação da nossa amizade. Entretanto, no negócio do Big Four nós estávamos juntos e pudemos nos ver e fazer o que palavras não conseguem. Nos olhamos nos olhos. James [Hetfield, guitarrista/vocalista do Metallica] e eu tivemos um momento onde nós dois nos desculpamos por alguma coisa e então nos abraçamos, e este é o tipo de coisas que as pessoas não vêem. A imprensa apenas fica alimentando as coisas e eventualmente você fica com vontade de dizer "Vocês não estão vendo que não há rixa alguma?" Digo, nós já tocamos no mesmo palco. [Risos] James e eu precisamos ter um filho juntos para mostrar que está tudo bem?

Então houve um momento decisivo onde sua amizade foi re-estabelecida?

DM: Sim, houve. Antes de irmos para o palco tocarmos juntos, eu abracei Lars [Ulrich, baterista do Metallica] - ele estava todo feliz, e eu também abracei Kirk [guitarrista do Metallica]. Então depois disso, eu fui e abracei James e o grito do público quando eu fiz isso foi mais alto do que quando estávamos tocando, foi realmente marcante. James Hetfield e eu somos como os grandes pais disto tudo; algo como o cara com o chapéu branco e o cara com o chapéu preto.

Infelizmente, eu fui o cara com o chapéu preto. Estamos todos na mesma página, e o bom é que no fim desta experiência nós nos cumprimentamos, nos abraçamos e eu sabia que seria outro dia. E até então, meu amigo, "Até mais".
fonte: whiplash

R.E.M. leva os homens às lágrimas

Um dos grandes clássicos da banda norte-americana R.E.M., “Everybody Hurts”, é a música que mais leva os homens do Reino Unido às lágrimas.

Uma pesquisa realizada pela PRS for Music, responsável pelo recolhimento dos direitos das canções, indica que a balada do R.E.M. é a música que mais causa emoção nos ouvintes masculinos, levando-os ao choro.

A lista de músicas que causam esse efeito conta também com “Tears in Heaven”, do Eric Clapton, “With or Without” , do U2, e “Candle in the Wind”, de Elton John, entre outras. As 10 músicas no topo da lista foram escolhidas por votação através da internet por 1.700 homens.

“Uma boa composição que leva às lágrimas é aquela com a qual as pessoas podem se relacionar e sentir empatia. É a conexão com a letra que pode alcançar fundo, emocionalmente, e tocar até o mais forte dos homens”, declarou Ellis Rich, presidente da organização.

A lista com as 10 mais votadas é a seguinte:

01. Everybody hurts - R.E.M.
02. Tears in heaven - Eric Clapton
03. Hallelujah - Leonard Cohen
04. Nothing compares 2 U - Sinead O'Connor
05. With or without you - U2
06. The drugs don't work - The Verve
07. Candle in the wind - Elton John
08. Streets of Philadelphia - Bruce Springsteen
09. Unchained melody - Todd Duncan
10. Angels - Robbie Williams
fonte: rock online

Rob Halford: "disco é um dos melhores da minha carreira"

Nas últimas entrevistas concedidas aos meios de comunicação dos Estados Unidos para a divulgação do álbum "Halford IV - Made Of Metal", o vocalista Rob Halford tem enfatizado que está muito contente com o resultado deste trabalho e acredita que este é o disco mais pessoal de sua carreira solo em termos de composição e performances.

"'Halford IV - Made Of Metal' tem muitos níveis musicais e emocionais, e eu tenho certeza que será reconhecido como um dos melhores lançamentos da minha carreira solo. Estou ansioso para tocar as novas músicas ao vivo e reconectar a minha legião de fãs", declarou o frontman.

Neste momento, Halford está em turnê pelos Estados Unidos. Porém, a sua longa série de shows se extenderá ao Brasil. O Metal God fará apresentação única no país, no próximo dia 24 de outubro, no Carioca Club, em São Paulo. O cantor virá acompanhado dos exímios músicos Roy Z (guitarra), Metal Mike Chlasciak (guitarra), Mike Davis (baixo) e Bobby Jarzombek (bateria).

Devido a enorme repercussão, a procura por ingresso é grande e os fãs interessados em conferir este espetáculo histórico devem se antecipar para não correr o risco de ficar de fora. Por isso, a produtora Dark Dimensions criou um hotsite com as informações disponiveis. O endereço é http://www.robhalford.com.br.

Vale a pena lembrar que, os ingressos destinados aos estudantes estão praticamente esgotados. As entradas podem ser adquiridas nas lojas Lady Snake e Rockland, na tradicional Galeria do Rock, ou pela internet, no site da empresa Ticket Brasil em http://www.ticketbrasil.com.br/halford.html, pelo valor de R$ 120,00 (pista) e R$ 200 (camarote).

HALFORD lançará "Halford IV - Made Of Metal", no próximo dia 27 de setembro, na Europa, e 28 de setembro, na América do Norte. O disco foi produzido por Roy Z. e apresenta 14 canções escrita exclusivamente pelo cantor. A música "The Mower" está disponível para audição em HalfordMusic.com.

Além disso, o vídeo animado da música "Made Of Metal", novo tema da NASCAR e criado por Dean Wright, da London-based, pode ser assistido abaixo.


Serviço São Paulo
Data: 24/10/2010
Local: Carioca Club
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Horário: 20h
Ingressos: R$ 120,00 (pista) e R$ 200,00 (camarote)
Postos de Venda
Galeria do Rock
Lady Snake e Rock Land - Rua 24 de Maio
Carioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Fone: ( 11 ) 3813-8598
Ingresso Online: http://www.ticketbrasil.com.br/halford.html
Informações: (11) 7527.4084
Imprensa: (13) 9161.6267
Website: http://www.robhalford.com.br
fonte: whiplash

David Bowie anuncia lançamento de livro

O cantor David Bowie anunciou através de seu site oficial que em breve vai lançar um novo trabalho. Mas não será um álbum com canções inéditas, como à princípio os fãs podem pensar. Trata-se de um livro que recebeu o nome de “Bowie: Object”.

O livro é “uma coleção de peças do arquivo de Bowie, onde, pela primeira vez, os fãs e todos aqueles interessados na cultura pop terão a oportunidade de entender mais sobre o processo criativo de Bowie e seu impacto na música pop moderna”, diz o anúncio da obra no site oficial do cantor.

“Bowie: Object” trará cerca de 100 itens, entre fotografias e textos pessoais escritos pelo próprio artista. O livro será lançado em diferentes cores. Ainda não há data para “Bowie: Object” chegar às livrarias.
fonte: rock online

Slipknot: "Estou tentando viver mais o aqui e o agora!"

O guitarrista do SLIPKNOT/STONE SOUR, Jim Root, foi perguntado pelo Artisan News Service se a recente morte do baixista do Slipknot, Paul Gray, mudou sua forma de pensar sobre suas prioridades entre o Slipknot e STONE SOUR. “Não, não realmente,” ele respondeu. “É difícil dizer. Tudo está tão recente.”

Ele continuou, “Estamos falando sobre fazer outro álbum com o SLIPKNOT? Não. Vamos fazer? Possivelmente. Quero dizer, neste momento o Slipknot  não tem um baixista, então como podemos pensar em fazer outro disco sem um baxista? Talvez nosso baixista já seja alguém que está na banda, eu não sei. O Mick [Thomson, guitarra] ou eu ou qualquer um cumprir essa tarefa se estivéssemos compondo? Com certeza."

“Tudo acontece por uma razão. Talvez essa seja nossa chance de fazer outro disco [com o STONE SOUR] e dar ao Slipknot  um pouco mais de tempo de pensar sobre o futuro e sobre o que queremos fazer. Tudo pode acontecer.”

Sobre como a morte de Gray afetou o modo dele viver a vida, Root disse, “Estou tentando viver um pouco mais o aqui e o agora ao invés de seis meses ou um ano à frente, o que é o que tenho feito pelos últimos dez anos. Sempre estou vivendo pelo menos um ano à frente de onde realmente estou, e isso pode te levar a alguns pensamentos negativos e a algumas vibrações ruins. Estou só meio que mais, tipo, vou viver um dia de cada vez do jeito que ele vier e isso vai ser bom o bastante para mim.”
fonte: whiplash

Steve Grimmett também fará show no Rio de Janeiro

Além da apresentação em São Paulo, marcada para o dia 13 de novembro, o vocalista Steve Grimmett também fará um show no Rio de Janeiro.

A apresentação na capital fluminense será realizada no palco do Rio Rock & Blues, no bairro da Lapa, e os ingressos antecipados já estão disponíveis nas lojas Headbanger, Sempre Música, Underground Rock Wear e Taurus Tattoo.

Grimmett ficou conhecido nos anos 80 como ‘frontman’ da banda de Heavy Metal Grim Reaper, com quem gravou três discos de estúdio. Também fez parte do Onslaught e do Lionsheart, além de outros projetos musicais.

Confira as informações sobre os dois shows de Grimmett no Brasil. Lembrando que somente na capital paulista o vocalista vai dividir o palco com a banda Raven.

13/11/2010 - São Paulo/SP
Carioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Ingressos: R$ 100,00 (pista) e R$ 150,00 (mezanino)
Informações: www.awo-mkt.com / www.ticketbrasil.com.br

14/10/2010 - Rio de Janeiro/RJ
Rio Rock & Blues - Rua do Riachuelo, 20
Horário: 19h00
Ingresso: R$ 40,00 (antecipado) e R$ 60,00 (na porta)
Pontos de venda: Headbanger (Tijuca 21 2284-1034), Sempre Música (Catete - 21 2265-6910), Sempre Música (Ipanema - 21 2523-9405), Underground Rock Wear (Bangu - 21 3159-4354) e Taurus Tattoo (Centro - 21 2220-1478)
Informações: 21 3684-1091
fonte: rock online

Tarja Turunen: revelada banda para turnê européia

A ex-vocalista do Nightwish, TARJA TURUNEN, anunciou os músicos que farão parte de sua turnê européia.

A banda de TURUNEN será:

TARJA TURUNEN - vocal
MIKE TERRANA (MASTERPLAN, SAVAGE CIRCUS, RAGE, YNGWIE MALMSTEEN) - Bateria
CHRISTIAN KRETSCHMAR (TONY MACALPINE, TILES) - teclados
ALEX SCHOLPP (FARMER BOYS) - Guitarra
MAX LILJA (HEVEIN, ex-APOCALYPTICA) - Violoncelo
fonte: whiplash

Angel Witch: Angel Witch - 1980

Quando o trio inglês Angel Witch surgiu em meados de 1977 e, tempos depois, começou a testar suas composições ao vivo, ficou evidente que Kevin Heybourne (vocal e guitarra), Kevin "Skids" Riddles (baixo e teclado) e Dave Hogg (bateria) teriam um grande futuro.

Os shows realizados em pubs ingleses como Camden Brecknock, Catford Saxon Tavern, Nottingham Dutch House e o Ruskin Arms - é, aquele mesmo local que abrigou os primeiros shows do Iron Maiden -, entre maio e junho de 1979, serviram para certificar que o grupo ficaria na linha de frente daquele novo 'boom' do Heavy Metal, a New Wave Of British Heavy Metal. E, convenhamos, se destacar em um cenário repleto de grandes revelações e que também estavam lutando por reconhecimento, como Samson, Witchfynde, Quartz, E.F. Band, Iron Maiden, Saxon e Tygers Of Pan Tang, não era tarefa das mais fáceis.

Os shows seguiram até o final de 1979 mas as coisas começaram a melhorar após a participação no "Friday Rock Show" (BBC). O bom desempenho levou o trio a ter a faixa "Baphomet" incluída na coletânea "Metal For Muthas" (EMI), que ainda trouxe nomes como Iron Maiden, Praying Mantis e Samson. Desta forma, a gravadora EMI resolveu apostar suas fichas e lançou o compacto "Sweet Danger".

Não fosse pela exigência exacerbada da EMI, que achou pouco a 75ª colocação do compacto nos charts e acabou deixando de lado o Angel Witch para assinar com o Iron Maiden, a história do Metal poderia ter sido outra. Porém, o trio não se abateu e seguiu trabalhando da mesma forma, conseguindo um contrato com a Bronze Records, responsável pelos lançamentos do Uriah Heep e Motörhead, para o lançamento do primeiro álbum, "Angel Witch".

Produzido por Martin Smith, o disco saiu em novembro de 1980, apresentando músicas com riffs diretos, palhetadas abafadas, vocais rasgados e melodia na medida certa. O uso dos teclados por Kevin Riddles era um atrativo a mais e combinava com a massa sonora pesada. Como não eram linhas inspiradas no Rock Progressivo, mas em nomes como Uriah Heep, a guitarra pesada e densa sempre se sobressaia, deixando espaço para camas bem colocadas por Riddles, como na instigante faixa-título, com seu início arrebatador e refrão que gruda de imediato.

Curiosamente, Heybourne compôs a faixa "Angel Witch" em 1976, época em que a banda ainda se chamava Lucifer, nome que foi alterado por causa de uma homônima holandesa de Pop fundada em 1972. Mesmo sabendo que o Lucifer holandês havia encerrado as atividades em 1978, Kevin achou por bem alterar o nome para expor a contradição unindo as palavras Angel (anjo) e Witch (no sentido de bruxa). Para reforçar esta tendência, a capa do 'debut' traz uma pintura do inglês John Martin (1789-1854) chamada "The Fallen Angels Entering Pandemonium" ('Paradise Lost', Book 1), que combinou com os temas místicos tratando do ocultismo e da bruxaria.

Musicalmente, o Heavy Metal inspirado, criativo e até certo ponto ousado para a época rendeu elogios. Os riffs da faixa "Atlantis" certamente serviram de base para formações de Thrash Metal, já que é notória a ligação de grupos deste estilo com os da NWOBHM. O disco segue com a trabalhada "White Witch", trazendo palhetadas cavalgadas e abafadas, além de um andamento no refrão que se tornou referência. As vozes dobradas por Heybourne mostravam a preocupação do Angel Witch com os arranjos.

Outro grande destaque é "Confused", que começa com guitarras pesadas, mais uma vez com riffs palhetados, e licks dando um ar mais "macabro" ao som. O refrão vem simples e eficiente, mas o som mostra a versatilidade com diversas mudanças de andamento e quebras de ritmo.

A faixa "Sorcerers" chega a lembrar o estilo de "Remember Tomorrow" (Iron Maiden), mas a inclusão dos teclados no final remete ligeiramente ao Deep Purple. Outra que começa melódica e com cara de balada é "Gorgon", que depois descamba para o Metal Tradicional.

A acelerada "Sweet Danger" traz algumas guitarras 'maidenianas', enquanto a 'quase balada' "Free Man" mostra o lado mais melódico do grupo. O peso e o lado obscuro retornam com a from hell "Angel Of Death", mais uma que teve seu andamento copiado por seguidores. O álbum se encerra com a instrumental 'épica' "Devil's Tower".

Pouco depois da turnê de promoção, o Angel Witch iniciaria uma fase importante de sua carreira, mas a saída de Day Hogg - substituído por Dave Dufort (irmão de Denise, do Girlschool, e ex- E.F. Band) foi o princípio do fim. A nova formação gravou apenas um EP, "Loser", e ao final de 1981 se dissolveu. Skids e Dave Dufort formaram o Tytan e Heybourne se juntou ao Deep Machine.

Mesmo com uma conturbada história pelas constantes mudanças na formação, a importância do Angel Witch para o Heavy Metal é inquestionável. No ano passado, a música homônima entrou na trilha do game "Brütal Legend". Sendo assim, fica aquela sensação de que embora tenha seu merecido espaço por ter lançado um dos grandes álbuns de estreia, atuou como um piloto de Fórmula 1 que marca a pole position, lidera metade prova e sai da corrida melancolicamente com um pneu furado.

O que fazem hoje?

Kevin Heybourne (vocal e guitarra): Entre idas e vindas no Angel Witch, atuou no Tytan e Blind Fury. Chegou a morar nos EUA, mas foi obrigando a voltar para a Inglaterra após ser pego pela imigração. Tenta até hoje a duras penas manter o legado da banda, que atualmente conta com Will Palmer (baixo) e Andrew Prestidge (bateria).

Kevin "Skids" Riddles (baixo e teclado): Após o Tytan, sumiu de cena.

Dave Hogg (bateria): Trabalha como produtor e dá aulas de bateria.

Confira o repertório do álbum:

01. Angel Witch
02. Atlantis
03. White Witch
04. Confused
05. Sorcerers
06. Gorgon
07. Sweet Danger
08. Free Man
09. Angel of Death
10. Devil's Tower
fonte: rock online

1° Lote de ingressos pro Rock in Rio em Novembro


O primeiro lote de ingressos para a 4ª edição do festival Rock in Rio será comercializado a partir de novembro. O organizador do evento, ROBERTO MEDINA, afirmou que o lote, chamado Rock in Rio Card, terá edição limitada e será vendido apenas pela internet. O ingressos custarão R$95 (meia-entrada) e R$190 (inteira).
A idéia de comercializar os ingressos desta forma é permitir que, após o fechamento das atrações, o portador do cartão possa optar pelo dia que vai, além de entrar na Cidade do Rock em local reservado. Após a compra do Rock in Rio Card, ele será entregue em domicílio, acompanhado de uma embalagem exclusiva e um brinde. Cada comprador poderá adquirir até quatro entradas inteiras e uma meia, para evitar cambistas.
Medina afirmou que já tem quatro atrações contratadas para o festival - duas nacionais e duas internacionais - mas não revelou os nomes. O publicitário declarou que estes nomes podem ser anunciados na primeira semana do mês de novembro. Durante a apresentação oficial do festival, Medina citou alguns nomes: IRON MAIDEN, Guns N' Roses, RADIOHEAD, SHAKIRA e CAETANO VELOSO. Será que teremos a chance de ver o IRON MAIDEN novamente em um Rock in Rio?




Fonte: globo.com

Quem se lembra do Dire Straits ?!


No final da década de 70, o punk era o movimento musical dominante. O caos, a subversividade e a rebeldia que exalavam de bandas como Sex Pistols, Ramones, The Stooges, entre outras, faziam a alegria dos jovens revoltosos da época. Correndo na contramão desta tendência surgiu o Dire Straits, uma banda "comportada", que ao contrário dos grupos punks, se preocupava em compor melodias harmônicas, arranjos sofisticados e letras densas.

O começo do Dire Straits aconteceu na longínqua Glasgow, na Escócia, onde nasceram Mark (1949) e seu irmão, David Knopfler (1951). Quando Mark completou 7 anos, sua família mudou-se para Newcastle, Inglaterra, e lá os irmãos começaram a estudar guitarra.

Mark formou-se em jornalismo e paralelamente aos estudos, tentou iniciar sua carreira musical, mas não obteve êxito. Virou repórter e crítico musical do jornal Yorkshire Evening Post e em 1973 tocou na banda Brewer's Droop, que chegou a gravar um disco.

Seu irmão, que estava em Londres e trabalhava como funcionário público, o convidou para ir morar lá. David dividia um apartamento com o estudante de sociologia John Illsley, que era baixista nas horas vagas. Mark virou professor de inglês no Loughton College e junto de David e John, começou a tocar em pubs.

Para uma das apresentações, Mark convida o baterista Pick Withers, amigo com quem tocou no Brewer's Droop. A nova banda é nomeada de Cafe Racers e eles estreiam ironicamente em um festival de música punk. Um amigo do baterista Withers, ao ver o show do grupo que ocorreu em situação calamitosa, sugere que este adote o nome de Dire Straits, que é uma expressão inglesa que se refere a quem está passando por problemas financeiros, algo como "falidos".

Com formação e nome definido, o quarteto grava a muito custo uma demo, que contava com a canção 'Sultans of Swing' e enviam-na ao DJ Charlie Gillet. Executada no Honky Tonk Show de Gillet, a demo é ouvida por John Stainze, o então diretor da Phonogram, que arruma ao grupo um contrato com o selo Vertigo. Neste mesmo período Ed Bicknell virou empresário do grupo e em pouco tempo o Dire Straits, por intermédio do novo empresário, começou a abrir shows para a banda Talking Heads.

Em 1978 gravam o primeiro disco, auto-intitulado. Rapidamente ocorre a primeira turnê, na Europa, e a música 'Sultans of Swing', principal do álbum, vai ganhando destaque nos Estados Unidos. Alcança o primeiro lugar no top australiano e entra no top 10 europeu e americano.

No ano seguinte fazem a primeira turnê nos Estados Unidos e durante a passagem pela cidade de Los Angeles, Mark Knopfler e Pick Withers tocam à contive no álbum Slow Train Coming, de Bob Dylan. No fim deste ano é lançado Communiqué, segundo trabalho da banda. O disco chega em 5º lugar na parada inglesa e 11º na americana.

A banda se retira dos palcos por seis meses mas já retornam lançando mais um álbum, Making Movies (1980), que traz os hits 'Tunnel of Love' e 'Romeo and Juliet'. No entanto, ocorreram durante a conclusão das gravações desavenças entre os irmãos David e Mark e o primeiro, buscando mais espaço para seu trabalho, parte em carreira solo e é substituido por Hal Lindes. Ao mesmo tempo entra também na banda o tecladista Alan Clark e com a formação nova o DS sai em nova turnê.

Passam-se dois anos e o DS lança material inédito, Love Over Gold, disco absolutamente díspare dos anteriores. O álbum segue a linha progressiva e conta com apenas 5 (longas) músicas. A segunda faixa, 'Private Investigation,' se torna o grande sucesso do álbum, chegando a primeiro lugar no top de mais de dez países.



Logo após a finalização de Love Over Gold, Mark Knopfler produz Private Dancer, de Tina Turner, fazendo com que a cantora, que estava no ostracismo, retome seu sucesso. Paralelo a isso, Pick Withers, um dos alicerces do DS resolve abandonar o grupo para se dedicar a sua família e para não sair de vez do mundo musical monta uma banda de jazz. Em seu lugar entra o baterista Terry Willians.

Em 1983, Mark Knopfler grava a trilha do filme Local Hero. Prosseguem com a turnê de Love Over Gold, que é arrasadora. Passam pela Europa, Japão e Nova Zelândia, onde tocam para 62.000 pessoas, recorde de público do país. Já em 84, o DS lança o disco duplo Alchemy: Dire Straits Live, primeiro trabalho ao vivo da banda.

E é neste mesmo ano de 1984 que se inicia a gravação do que viria a ser o maior sucesso comercial da banda: Brothers in Arms, lançado em 1985. Durante as gravações deste álbum, Hal Lindes, substituto de David Knopfler abandona o DS, dando lugar a Jack Sonni.

As faixas 'Brothers in Arms', 'So Far Away', 'Money for Nothing' e 'Your Latest Trick' são alguns dos hits que garantiram ao DS o primeiro lugar nos Estados Unidos, Europa e aqui no Brasil. Este álbum tornou-se referência pois foi um dos primeiros na história musical a ser gravado em sua totalidade digitalmente, sendo o DS um dos principais responsáveis pela substituição dos LPs pelos CDs.

A turnê de Brothers in Arms foi estrondosa. O ápice dela ocorreu no Reino Unido, em dezembro de 1985, quando se apresentaram 23 dias seguidos. Antes, porém, no meio do ano o DS fez um show no mega concerto beneficente Live Aid, visto por mais de um bilhãos de expectadores. O grupo ainda consegue destaque com o clipe da música 'Money for Nothing', executado em dezenas de países semanas a fio.




O DS novamente dá uma paralisada nas turnês e os integrantes se dedicam a projetos próprios, à familia e ao lazer. Mark Knopfler, participando de uma corrida de automobilismo na Austrália se acidenta, ficando recluso alguns meses em sua casa. Aproveita a recuperação grava outra trilha sonora, Last Exit to Brooklin (1989). Recuperado, MK acompanha Eric Clapton em sua turnê.

Como Mark, Guy Fletcher também trabalhou em projetos próprios. Primeiro, ajudou MK na composição de Last Exit to Brooklin e logo em seguida lança seu segundo trabalho solo, Glass (1989).

Money for Nothing, coletânea lançada em 88, coloca novamente o Dire Straits no primeiro lugar em vendas nos Estados Unidos e Reino Unido.

Em 1990, MK e Fletcher continuam com projetos a parte do Dire Straits. Os dois montam a banda The Notting Hillbillies. Com as atividades do DS paradas e com esta nova banda, surge na mídia os primeiros rumores sobre a dissolvição definitiva do grupo.

No entando, MK decide retornar ao DS e o grupo se apresenta ao lado de Eric Clapton e Elton John em um festival beneficente. Já em 91, é lançado o sexto álbum de estúdio, On Every Street, com produção da própria banda. Em pouco tempo, já estão em turnê mundial.

E mais uma vez, após o encerramento da turnê em 1993, a banda dá um tempo em suas atividades. Para minimizar o impacto perante o público com mais essa paralização, sai o disco ao vivo On the Night (93), que conta com os maiores sucessos do DS.

Novamente os integrantes do Dire Straits partem para projetos individuais, sejam eles musicais ou não. MK e Fletcher não afirmavam e nem desafirmavam os boatos sobre o fim definitivo do grupo.

A rede televisiva BBC produziu, sem participação dos membros do DS o disco Live at the BBC, em 1995. Este foi o último disco, a salvo as compilações, do Dire Straits. No ano seguinte MK lança, depois de adiar várias vezes por não estar satisfeito com os resultados, seu primeiro disco solo, Golden Heart (1996).

Novamente surgem boatos sobre o fim do Dire Straits. MK, o integrante mais ativo do DS, continua participando de shows ao lado de Bob Dylan e Eric Clapton, reúne novamente a banda Notting Hillbillies e produz músicas para seus próximos trabalhos solos.

A coletânea Sultans of Swing, de 1998, foi o último trabalho antes do fim do contrato com a gravadora. Mesmo sem um comunicado oficial e devido a claras divergências e desentendimentos entre os músicos, gravadora e empresário, as atividades do Dire Straits estão encerradas. Esporadicamente, o DS se encontrou para uma apresentação ou outra, mas sem a esperada retomanda do grupo. Em 2001 MK fez cinco shows no Brasil, relembrando um pouco a fase áurea de sua antiga banda.

O Dire Straits conseguiu grande respeitabilidade no cenário musical. Batendo de frente com a rebeldia punk, conseguiram espaço fazendo uma música rebuscada, elabaroda, diferente do que se via na época de seu surgimento. O mérito do DS foi o de, entre brigas e acertos, deixar uma excelente discografia que prevaleceu sobre os problemas que a banda enfrentou.